terça-feira, 4 de setembro de 2012

Parda

Quando se mostra mais que odiseias e oráculos, os olhos jogam há cabra-cega, transcendemos a imaginação ao wonderland dos mundanos, é algo honesto e inocente. Os amantes modernos passaram pelo hospital e não chegaram olhar nos olhos de Parda. Fugiu com dores de cabeça e sem dioptrias que modificam os raios luminosos. Refugiou-se em lentes anamórficas, e enterrou uma relação estranha numa caixa de chuva no meio de hippies e geeks. A senhora Apofénia conheceu Parda entre a semente da coincidencia no seu mini-mercado do novo bairro. Parda quis comprar pimenta para meter no seu carro de modelo Gpl. É gás pimenta numa nova via de transmissão mas no mini-mercado a pimenta se esgostou, apenas restava 3,14 mentas. O tempo passou, Parda conheceu mais pessoas de desordem a desordem, de transtorno a transtorno apresentou-se a um especialista como personalidade esquiva, contudo nunca houve uma sessão de terapia. Ela não liga só se desliga, não cobriu a manta com marés vivas porque a unica água que quer tem gás. Pimenta e cegueira,Parda e morfina extraída de dores. Ontem há noite houve festa nos suburbios, esteve um par de horas deitada, imobilizada e nua enquanto comiam sushi no seu corpo. No fim da refeição não havia loiça para lavar, bebeu e dançou com as pessoas do bairro, sem facas e tiros não houve um ataque de pânico. Cubo de rubik em pessoa para ser resolvida por daltónicos enquanto se dá canções sinceras, é a versão pornográfica de Alice no país das maravilhas. Passou um ano desde do inicio do plano e dois meses para a sua realização, Parda usa o bigode de Chaplin para transformar humor de situações em planos de fuga de John Dillinger, tudovia apesar da fuga a conversa nunca foi socialmente inibida com os amantes modernos.

2 comentários:

  1. Ler este blog é tão bom, q até me dá prazer. xD ora toma.

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  2. Xiiiiiiii os anonymous portugueses a comentar? ok quem és? xD

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